Dica de empatia

"Não reclame de ter pouco com alguém que tem menos que você."

Confira!

Sofrer é bom?

Experimenta dizer pra uma amiga sua que você está péssima, que tudo deu errado e que anda precisando de um ombro...

Confira!

SIGA A SUA MODA

O mais importante é não se perder nesse meio e ter a visão que, o que você gosta está na moda, não o que está na moda é o que você passará a gostar.

Confira!

Seleção para a equipe | 2016


Oi gente!

Chegou a hora de novo! Vamos selecionar novas pessoas pra fazer parte da equipe do DDG. Como vocês viram, a frequencia de posts diminuiu muito aqui. A razão disso é basicamente porque nós estamos muuuuuito ocupadas com faculdade, trabalho e a vida cobrando responsabilidade, hahaha.

Nós não nos sustentamos com o blog. Isso é fato. Dos publiposts que a gente faz, nós recebemos produtos e vouchers em troca. O nosso objetivo principal aqui é compartilhar conhecimento, coisas das quais nos gostamos e acreditamos. O que vier é bônus.

Gostaria de pontuar que qualquer pessoa pode participar e os assuntos abordados ficam por conta de vocês, pode ser moda, beleza, feminismo, comportamento, livros, resenhas, fotografia, etc, sem fugir da ideia do dicas. Serão selecionadas cinco pessoas. A frequência mínima de postagens vai ser uma vez na semana.

Como em toda seleção, o esquema é o mesmo. É só mandar pra gente as seguintes coisas:

Requisitos para o email!
♥ Nome:
♥ Idade:
♥ Cidade/Estado:
♥ Faz algum curso/trabalha/faz faculdade?:
♥ Fica disponível quanto tempo na internet por dia (normalmente)?
♥ Uma pequena descrição sobre você (gostos, pontos positivos, hobbies, etc):
Um post com o tema que você escolher.  Se preferir, mande em anexo um arquivo do word ou pdf.

Mande para o e-mail dicasdegarotablog@gmail.com até o dia 18/09. Qualquer dúvida é só perguntar em qualquer rede social do blog, minha (/itsjooyce), ou nos comentários e o resultado sai no sábado, dia 24/09.

Dicas para o post!
• No post fale sobre coisas que você gosta, e é importante que você conheça do assunto que tá falando;

• Escolha bem as imagens que você vai usar no seu post, o tamanho, qualidade, etc.

Não copie nada textos de outros sites/ blogs. Infelizmente quem fizer isso, será automaticamente desclassificado. Use a criatividade e tenha personalidade. Lembre-se que assuntos clichês não convencem ninguém. Quando for se descrever, conte algo diferente que tenha a ver com o assunto, por exemplo: Já passei anos em outro país, já participei de desfiles, tenho uma loja virtual, crio roupas... (créditos ao DDQ)

O dicas é importante para nós, e para várias leitoras, então ao se inscrever, esteja 100% comprometida com essa ideia. Essas foram as palavras da Monique, da antiga equipe, que agora repito como minhas.

Fico esperando o email de vocês!!
beijo

Viver na defensiva


O comportamento defensivo se externa quando a pessoa, através de suas desconfianças, percebe perigo no grupo, desgastando assim suas energias numa autodefesa - que pode ser inútil, se o perigo não for real e não passar de uma "encucação" da pessoa. Nesta óptica, dividimos as pessoas em dois tipos. De um lado, temos as pessoas naturais, seguras, que enfrentam os desafios e são mais sinceras. Sabem moldar-se às necessidades, porque acreditam em si próprias. Não que deixem de sentir as injustiças, mas vão caminhando em meio a elas, vão caindo e se levantando, aprendendo, amadurecendo e trocando idéias. E dessa forma que se realiza a troca afetiva.

De outro lado, há pessoas inseguras ou medrosas, que nunca estão no seu natural. Colocam-se sempre na defensiva, preocupadas consigo mesmas, num esforço desmedido em saber como estão sendo vistas pelos outros, como devem fazer para serem identificadas de forma mais favorável: como vencer, impressionar, manter-se impune ou, então, como reduzir ou evitar um ataque por antecipação.

As pessoas soltas, menos preocupadas com o seu mundinho, mostram sempre o que são. Se agradam, ótimo. Se não agradam, não se desesperam. O que não as impede de se questionarem sobre possíveis falhas em seu comportamento. Elas têm capacidade de reconhecer o próprio erro e voltar atrás, pela consciência profunda de seus limites humanos.

Mas há o reverso da medalha. Determinadas pessoas são sempre "as tais". Como donas da verdade, não admitem nada que contrarie seu modo de pensar e ser. Querem que os outros ajam pela cabeça delas, ao mesmo tempo que usam a defesa para não serem atacadas. Só que a melhor atitude perante a vida é a sinceridade. Se alguém errou, por que não admitir o próprio erro? Se ninguém é perfeito, por que justificar-se o tempo todo ou abusar das justificativas para mostrar-se diferente do que na verdade é? Quem se justifica continuamente não tem fibra, responsabilidade, respeito pelos outros. Desgasta de tal forma as desculpas, que ninguém mais acredita nelas.

O defensivo sempre pensa que os outros são bobos. Não quer dar o braço a torcer em determinadas circunstâncias, para não mostrar suas fraquezas. E, ao tentar enganar os outros, engana-se a si mesmo. Mas em pior situação está aquele que, além de colocar-se na defensiva, é agressivo. Externa, com esse procedimento, as frustrações, angústias e mágoas que carrega dentro de si. Esquece-se de que ninguém deve pagar pelo seu mau-humor. Essas pessoas costumam gritar primeiro para impressionar, tentando encobrir a falta de regam em seu íntimo.

O esforço para ser verdadeiro sempre foi e é válido. Se todos parassem para refletir sobre a própria vida, descobririam as razões pelas quais andam tão agressivos, mau-humorados, chatos, fofoqueiros, "cutuquentos", tão do lado errado. É só parar para pensar, e essas pessoas descobrirão as falhas dentro de si. Um bom parâmetro é este: se dez pessoas estão contra mim, impossível que só eu esteja certo. No momento em que ocorre essa constatação, é hora de fazer auto-análise e ver as razões disso.

Inúmeras pessoas queixam-se de que tudo lhes sai errado na vida. Deve haver uma causa para esse azar todo. Há coisas que não dão certo mesmo. Mas algumas saem erradas por culpa da própria pessoa. De quem quer que seja a culpa pelo fracasso, é importante que a pessoa malsucedida naquele momento não desconte seus infortúnios em cima de quem convive com ela, usando parentes e amigos como bodes expiatórios. O que ela deve fazer é manter a serenidade, ter paciência e ir consertando os desvios de rota que aconteceram.

No mundo dos defensivos, existem dois tipos de pessoas: a melosa e a agressiva. As duas assumem atitudes errôneas. A melosa apela para a chantagem emocional, fazendo-se de vítima quando deseja esconder-se atrás de uma desculpa. Agindo assim, pensa que impressiona ou comove seu interlocutor. Ledo engano. Ninguém é tão bobo a ponto de acreditar todos os dias em desculpas esfarrapadas. Enganar algumas vezes é até possível. Mas sempre, não.

Os que se colocam na defensiva através da agressividade não querem se sentir expostos (e por isso criam uma barreira de medo que afasta as pessoas) ou desejam impressionar de alguma forma aqueles que deles se aproximam. Esses ficarão sozinhos na vida. No começo, acharão bom, mas depois concluirão que convivência não é isolamento.

Há outra forma de agredir: a daqueles que ficam sempre "em cima do muro", tentando levar vantagem e tirar partido dos dois lados. Esses são uns coitados. Têm um trabalho insano para se equilibrar entre duas posições e, no final, desagradam a todos e a si mesmos. Agradar a gregos e troianos é algo que ninguém nunca conseguiu.

Na vida há coisas boas e más, das quais gostamos ou não. Há sonhos frustrados, empenhos não gratificados. Essa é a condição do ser humano. Em meio a tantas vicissitudes e divergências, o que vale é a vontade, o querer. O modo de viver em sociedade deveria brotar dessa vontade de querer ser sempre sincero, sem artifícios nem "armações". Seria bem mais fácil [con]viver.

Por: Maria Helena Brito Izzo
Psicóloga e terapeuta familiar. 

Notinha da brogueira: Esse texto acabou me achando num momento em que eu estava questionando o comportamento de um amigo com uma outra amiga. Ele é assim, vive na defensiva. He keeps pushing people away and that's all he gets being like this. E esse texto diz tudo que eu queria que ele soubesse. 

Felicidade Sem Plateia Dura Mais

Marcar pra sair com as amigas pra almoçar, jantar, só pra tomar um açaí ou qualquer coisa que a gente considere um rolê, é uma atividade que tá sempre presente na vida de todas nós, assim no geralzão. Mais comum ainda, nessa era dominada pelas redes sociais é registrar cada momento. Seja esse uma foto toda trabalhada para combinar com o seu feed no instagram ou snap rápido pra contar pra galera o que você tá fazendo. 

Uma coisa que tenho percebido é que as vezes essa necessidade de compartir tudo, acaba traindo a ideia de realmente aproveitar o rolê. Pensa comigo, as pessoas não vão mais a um museu ou a um parque para apreciar, elas vão lá pra poder tirar fotos bonitinhas e postarem tudo no instagram depois. Acabam nem aproveitando o que tá lá na cara delas. Muita história ou em outros casos, a chance de ver a beleza e o significado de tudo nas pequenas coisas. Nos momentos. Se você percebe isso e  realmente acredita que aquilo vale apena ser compartilhado, aí sim, vai lá e clica o momento. Faça isso pelos motivos certos e não pelo hype.

O apelo é sempre: não sejam tão escravos das redes sociais.

Outra coisa que vale a pena ser dita é que energias ruins estão em todo lugar. E com isso me refiro, àquelas pessoas que te seguem mas a razão por trás disso é uma invejinha ou uma necessidade intrínseca de falar mal, de despejar palavras ruins a respeito dos seus momentos de 'felicidade'. Essas energias vão em sua direção, acredite. Se blinde. Por essas e por outras, cuidado não apenas com o que você posta, mas pra quem e porquê você posta.

Tenha sempre em mente que os melhores momentos da sua vida não chegam até suas redes sociais. Estão longe da ideia de que eles precisam ser compartilhados. Eles simplesmente vem e só depende da gente ver isso e aproveitá-los to the fullest, de verdade.